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24 de Janeiro - Dia do Aposentado

A Fundação IBM gostaria de aproveitar essa data tão especial para agradecer aos mais de 2000 aposentados IBM que dedicaram quase uma vida inteira ajudando a construir uma empresa cada vez melhor.


Vocês são o propósito maior de tudo que a Fundação Previdenciária IBM representa, e é para vocês que acreditaram na previdência complementar que dedicamos nossas sinceras homenagens!


PARABÉNS!!!

Escrito por Paulo Eduardo Beividas de Castro
Categoria: Noticias01
Criado: Quinta, 24 Janeiro 2019 11:20
Publicado: Quinta, 24 Janeiro 2019 11:20
Acessos: 297

Reajuste no valor da Unidade de Referência da Fundação IBM

 

Informamos que, de acordo com o Regulamento do Plano de Contribuição Definida da IBM Brasil, item 2.34(*), anualmente, no mês de janeiro, deve-se atualizar o valor da UR (Unidade de Referência) para cálculo da contribuição da Patrocinadora.

 O valor para o ano de 2018 era de R$ 4.819,14 e a variação do INPC de janeiro a dezembro/18 foi de 3,4340%.

Desta forma, para a vigorar de janeiro a dezembro/2019, a nova UR será de R$ 4.984,62.

Fique atento! Este reajuste impacta todos os participantes da Fundação IBM que ingressaram no Plano a partir de 06/08/2008 e possuem mais de 2 anos de Serviço Creditado, que é o período de tempo de serviço na IBM Brasil.

Para você saber quanto será o valor de sua contribuição, basta acessar o Simulador de Contribuição no portal da Fundação.

Atenciosamente,

Fundação Previdenciária IBM

 

(*)2.34 - "Unidade de Referência" ou "UR": ... A Unidade de Referência será reajustada anualmente no mês de janeiro com base na variação do INPC, publicado no exercício imediatamente anterior.

Escrito por Bruna Nascimento Marchi
Categoria: Noticias01
Criado: Sexta, 18 Janeiro 2019 15:45
Publicado: Sexta, 18 Janeiro 2019 15:45
Acessos: 737

 

Você foi convidado para um experimento e será remunerado por isso. Ao entrar em uma sala, alguns objetos, textos e fotos estão sobre a mesa. A única instrução que os pesquisadores (Bargh, Chen e Burrows – 1996) deram é para que nos próximo 30 minutos você interaja com os objetos, leia os textos e veja as fotos. Em seguida, seu pagamento pela participação será efetuado e você irá embora, passando pelo longo corredor que leva à saída. Os objetos que estão sobre a mesa chamam sua atenção. São óculos bifocais, agulhas e linhas de crochê, uma dentadura e alguns frascos de remédios. Os textos falam sobre cuidados com a saúde após os 60 anos. As fotos têm em comum pessoas idosas em Findo o tempo do exercício, você pega o envelope com a remuneração e caminha pelo corredor em direção à saída. Dinheiro fácil! Será que os pesquisadores não tinham algo mais produtivo para gastar a verba de pesquisa? O que você não sabe é que, ao passo que metade dos participantes encontrou na sala os mesmos objetos que você, a outra metade, um grupo de controle, entreteve-se com blocos de Lego.

Em seguida, sem que as “cobaias” soubessem, os pesquisadores cronometraram o tempo que os participantes dos dois grupos levaram para percorrer o corredor até a saída. Conclusão: as pessoas que lidaram por 30 minutos com os objetos que remetiam à terceira idade fizeram o percurso à uma velocidade 30% inferior àquela do grupo de controle. Uma exposição, ainda que breve e sutil, à temas ligados à terceira idade, sensibilizou inconscientemente de forma determinante o estado de espírito e o caminhar daqueles que interagiram com temas relacionados ao envelhecimento.

O mesmo grupo de pesquisadores também trabalhou com estudantes de pós-graduação que foram divididos em 2 grupos e submetidos a 2 exercícios. O 1º consistia em ordenar palavras com o objetivo de formar frases. No entanto, o 1º grupo conseguia formar apenas frases de tom agradável. Em contrapartida, o 2º grupo apenas conseguia formar frases de tom conflituoso.

Terminado esse 1º exercício, os membros dos 2 grupos passavam à 2ª atividade, que consistia em falar com um consultor que deveria auxiliá-los a solucionar um problema. No entanto, o consultor era um ator, orientado a fazer com que os participantes esperassem 10 minutos enquanto este terminava o que parecia ser uma conversa fútil. Como resultado, viu-se que 100% dos indivíduos que haviam lidado com frases que remetiam à conflito interromperam a conversa do consultor após 4 a 5 minutos, ao passo que 82% dos indivíduos que haviam tratado com frases de tom prazeroso aguardaram sem interrupções os 10 minutos.

Os estudos mencionados revelam como a postura de cada indivíduo é influenciada pela frequência, tipo de exposição e ao conteúdo da informação à que são expostos. O que tais pesquisas trazem de ensinamento para um governo que precisa promover reformas, como a da previdência, cuja aprovação exige apoio da população para vencer a resistência e os interesses de setores importantes no congresso? Uma 1ª mensagem animadora é que o novo presidente herda do governo e da equipe econômica em final de mandato um grande êxito de, em pouco mais de 2 anos e por meio da comunicação consistente, conscientizar a maior parte da população da necessidade da reforma da previdência. Pesquisa recente do Ipespe revelou que 67% da população entendeu que a reforma da previdência é necessária. Apenas 28% ainda se opõe. Junto à legitimidade que um novo governo eleito carrega em início de mandato, esses dados são um presente e uma alavanca importante no processo de convencimento dos parlamentares, principalmente à luz da renovação do legislativo (85% no senado e quase 50% na câmara).

Resta ainda a resistência a alteração da idade mínima de aposentadoria. 57% ainda resiste a elevação para 65 anos para homens e 62 anos para mulheres. Isso ocorre à despeito do impressionante ganho de 20 anos de expectativa de vida ocorrido no Brasil nos últimos 50 anos.

É compreensível que a população perceba como uma perda o aumento da idade mínima para aposentadoria, e esse será o foco da oposição mais atrasada. Contudo, os estudos comportamentais citados sugerem que um governo reformista deve trabalhar o foco, o conteúdo e a consistência da comunicação. O incremento da expectativa de vida e, principalmente, do tempo de sobrevida após a aposentadoria, permite que, mesmo com a elevação da idade mínima aos patamares propostos, tenhamos muito mais tempo hoje para desfrutar do período pós-carreira. Se na década de 1960 a expectativa de vida no Brasil era de 55 anos, isso significava que o brasileiro médio, cuja idade mínima de aposentadoria também era de 55 anos teria razoável certeza de que não aproveitaria em nada seu pós-carreira. Levando em conta que atualmente a expetativa de vida subiu para 75 anos, e caminha para 82 anos em 2050, mesmo com a aprovação da idade mínima proposta, o brasileiro médio desfrutará enfim de 10 à 17 anos de sobrevida após a aposentadoria. Esse deve ser o foco da comunicação para conscientizar, de forma positiva e construtiva, a população da necessidade desse importante aspecto da reforma.

Fonte: Finanças comportamentais: contribuição para aprovar reformas (Aquiles Mosca - Coluna do Gestor, Jornal Valor Econômico 20/12/2018)

Escrito por Paulo Eduardo Beividas de Castro
Categoria: Noticias01
Criado: Quinta, 20 Dezembro 2018 16:10
Publicado: Quinta, 20 Dezembro 2018 16:10
Acessos: 328

Se você é um funcionário IBM, Proxxi ou IGF, não deixe de participar do GA Action Day, dia 16/10!

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Categoria: Noticias01
Criado: Quinta, 11 Outubro 2018 17:20
Publicado: Quinta, 11 Outubro 2018 17:20
Acessos: 522

O time de Benefícios da IBM Brasil tem uma notícia para os usuários do Plano Médico Bradesco

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Categoria: Noticias01
Criado: Quinta, 11 Outubro 2018 17:11
Publicado: Quinta, 11 Outubro 2018 17:11
Acessos: 963